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Acidente

Vale a pena ter coberturas de danos próprios?

12 Outubro 2015
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Provavelmente já colocou a questão se faz ou não sentido ter a cobertura de danos próprios quando pondera qual o seguro e coberturas mais indicado para a sua situação.

A resposta depende da sua capacidade para fazer face a despesas inesperadas de valor variável. Se acredita que o seu orçamento doméstico é curto para suportar um dispendioso arranjo da sua viatura, então será mais prudente ponderar a inclusão de um prémio de seguro mais elevado. Assim, eventuais danos futuros do seu veículo estarão cobertos pela apólice do seguro e ficam reparados por conta da seguradora.

O mais prudente ponderar a inclusão de um prémio de seguro mais elevado no seu orçamento doméstico corrente.

Mas se, pelo contrário, não dispõe de margem para confrontar uma elevada despesa extra que também nem sabe se alguma vez vai existir, então poderá optar pela simples subscrição da cobertura obrigatória de responsabilidade civil automóvel, que apenas assegura a reparação de danos causados a terceiros e exclui a reparação de danos sofridos pelo veículo seguro.

O mercado disponibiliza uma vasta oferta de coberturas de danos próprios no âmbito do seguro automóvel, agrupadas em diferentes pacotes, a que correspondem diversos agravamentos tarifários. Choque, colisão e capotamento, furto ou roubo, incêndio, raio ou explosão e quebra isolada de vidros são algumas das muitas coberturas habitualmente disponíveis.

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